HORÁRIO DE VERÃO GERA ECONOMIA DE R$ 4,6 BILHÕES
Publicado em: Brasília, 17 de outubro de 2013

Brasília 17 de Outubro de 2013 –  A adoção do horário de verão a partir deste domingo (20) até 16 de fevereiro próximo representará uma economia de R$ 4,6 bilhões em investimentos que deixarão de ser feitos em geração e transmissão de energia, e de R$ 400 milhões sem o acionamento de usinas térmicas. A estimativa é do secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner.

No horário de pico, entre as 18h e às 21h, a redução na demanda será 2.065 megawatts (MW) no sistema das regiões Sudeste-Centro-Oeste. Na Região Sul, a redução será 630 MW. Nos dois sistemas, que abrangem as três regiões, a redução da demanda nos horários de pico ficará entre 4,5% e 5%, enquanto a redução de consumo geral do sistema será em média 0,5%.

O horário de verão nesta oportunidade será adotado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, em Minas Gerais, em Goiás, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932 pelo então presidente Getúlio Vargas. A medida é adotada sempre nesta época do ano, quando os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol. No fim do ano, há também um aumento na demanda por energia, resultante do calor e do crescimento da produção industrial devido ao Natal.

Na última temporada (2012/2013), o horário de verão gerou economia de 4,5% no período de pico nos estados em que foi adotado.

Fonte: Agência Brasil/EBC